power stretch dance (Cia. Atlhetica)É a aula mais técnica. O objetivo é exercitar o corpo e resgatar a expressão corporal, principalmente a sensualidade e a feminilidade. “Tudo é pensado para fortalecer a musculatura, aumentar a flexibilidade e tornar os movimentos mais fluentes e bonitos”, resume a bailarina e mestra em educação física Meg Mendonça, da academia Cia. Athletica, em São Paulo. As seqüências são bem desafiadoras, pois propõem movimentos que eu nunca havia feito e trabalha os músculos aproveitando o peso do próprio corpo. Ao fim das aulas, senti que eu tinha mais força.
O que é: as coreografias são inspiradas em diferentes estilos de dança (moderna, contemporânea, tango, flamenco, entre outros) com movimentos que trabalham a força e o alongamento.
História: foi criada há cinco anos por Meg Mendonça com o objetivo de complementar o treino de condicionamento físico das mulheres e motivá-las para a dança.
Como se dança: os movimentos são sempre lentos (não importa a música que você escolha) e devem ser feitos com os músculos ativados e de acordo com a batida.
Trilha sonora: todos os ritmos, desde as músicas dos anos 70 até as clássicas e o hip hop.
Partes do corpo mais trabalhadas: trabalhadas: pernas, braços, glúteos, abdômen, costas e peitoral.
Calorias gastas: 300 cal/h Benefícios extras: equilíbrio, memória motora e autoconfiança.
passo-a-passo
Todos os movimentos, sem exceção, devem ser executados de forma lenta, com os músculos ativados, especialmente o abdômen, e encadeados de acordo com o ritmo que escolher. Repita a seqüência quantas vezes desejar
street dance (Bio Ritmo)Essa é a aula de dança que mais se assemelha ao que rola nas baladas. As coreografias são inspiradas nos videoclipes das músicas, por isso você pode usar os passinhos para impressionar os amigos quando tocar JLo, Eminem, Beyonce e outros ícones da black music. O clima é alegre e o professor passa as coreografias aos poucos, o que facilita para decorar toda a seqüência. Me perdi um pouco no começo, mas logo peguei o jeito e estava dançando no ritmo, ou seja, pisando forte quando a música ficava mais intensa, fazendo movimentos mais suaves quando a melodia pedia — o que é bem diferente de fazer ginástica com uma música que serve apenas como pano de fundo. Os movimentos são fortes, precisos, bem marcados. E mesmo que você troque as pernas, erre os braços e gire para o lado contrário, ainda assim vai terminar a aula pingando e com a sensação de que as gordurinhas da sua barriga foram embora.
O que é: coreografias de dança de rua ao som de black music.
História: de influência jamaicana e portoriquenha, a street dance ou dança de rua, foi consolidada na periferia de Nova York, no fim da década de 1960, quando grupos de negros e imigrantes desses países misturaram as falas de protesto do rap com passos de break. Quando virou febre, na década de 80, incentivada por videoclipes de artistas famosos, como Michael Jackson, as academias dos EUA criaram aulas para ensinar a dança. Elas chegaram ao Brasil nos anos 90, como cardiofunk. O nome já mudou para funk, hip hop e street dance.
Como se dança: os passos incluem pequenos chutes, giros, movimentos laterais de tronco e de ombros. As coreografias são inspiradas nos videoclipes mais recentes e podem ser dançadas nas casas noturnas.
Trilha sonora: rap, pop e black music de cantores como JLo, Eminem e Beyonce.
Partes do corpo enfatizadas: pernas, ombros e braços.
Calorias gastas: até 400 cal/h
Benefícios extras: coordenação motora e ampliação do repertório corporal.
passo-a-passo
Esta seqüência, elaborada pelo professor Saturno, se encaixa em muitas músicas que tocam nas baladas. Sinta a melodia e faça os passinhos de acordo com o ritmo
bhangra dance (Reebok Sport Club) Precisa gostar de mexer todo o corpo — e ao mesmo tempo — para entrar no clima da aula de Bhangra. Uma pedra no meio da testa, uma bata e lencinhos nas mãos também ajudam. As seqüências começam com movimentos básicos (pequenos saltos alternando as pernas) e ganham complexidade (braços em formatos variados e a cabeça para os lados) conforme a música avança. O bongô (percussão), tocado por um moço bem gostoso, é um acessório valioso: sua batida entra pelos pulmões, invade o corpo e dita o ritmo ao coração. A aula foi divertida, porque fui capaz de rir da minha falta de jeito para balançar os ombros. Terminei suada e com a sensação de que depois minhas pernas iam agradecer a todos aqueles saltinhos.
O que é: uma aula que tem os movimentos inspirados nos passos de uma dança folclórica indiana chamada Bhangra. Esses movimentos são, principalmente, saltinhos, chacoalhar de ombros e posições de braços parecidas com a da dança do ventre
História: a Bhangra foi introduzida nas academias de Nova York há cerca de quatro anos pela instrutora Sarina Jain, que percebeu que as aulas étnicas, como as árabes e latinas, faziam sucesso entre os jovens. Quando criou a aula, misturou movimentos da Bhangra com passos de hip hop. Chegou ao Brasil neste ano, quando a Reebok mandou uma equipe aos EUA para aprender a novidade.
Como se dança: os movimentos de braço são bem arredondados, com bastante ênfase nos ombros e mãos. Para acompanhar, pulinhos no ritmo da música mantêm o nível aeróbico e o trabalho cardiovascular de médio a intenso.
Trilha sonora: músicas indianas da região de Punjab, caracterizadas por sons de flauta e instrumentos de percussão. Na aula, um percussionista toca ao vivo para incrementar a música.
Partes do corpo enfatizadas: ombros, braços e pés.
Calorias gastas: até 350 cal/h
Benefícios extras: equilíbrio, sensualidade e coordenação motora.
passo-a-passo
A professora Alexandra Trentini montou esta seqüência com os movimentos básicos da aula, para queimar calorias e despertar o poder de sedução da mulher indiana em você