• Apelar para os refrescos (mistura de suco, água e açúcar). É melhor tomar uma limonada do que a versão concentrada de suco, que acaba roubando água do corpo para ser diluído e depois absorvido.
• Se preferir, use ervas ou mesmo pedaços de frutas para “saborizar” naturalmente sua água.
• Dê um tempo nos refrigerantes, principalmente os tipo cola, que reduzem a absorção de cálcio pelo organismo o que, no futuro, pode levar a doenças como osteoporose. Vale lembrar que o mineral fortalece dentes e ossos.
• Investir na água mineral flavorizada. Mas prefira as versões sem gás. É que o gás carbônico não tem função no aparelho digestivo. “Essa versão não é indicada para quem tem gastrite ou problemas estomacais, pois pode dar a sensação de estufamento”, fala Vivianne de Sousa Rocha, nutricionista e mestranda em Ciência dos Alimentos, pela Universidade de São Paulo (USP).
• Apostar nas águas que oferecem algo mais, as funcionais. Elas estão fazendo o maior sucesso na Europa, ainda são raras por aqui. Um exemplo entre nós é a Water Plus, disponível nos sabores uva (com fibras), maracujá (tem camomila e passiflora, calmantes naturais) e pêssego (possui zinco e ácido fólico na formulação, excelentes para o sistema imunológico).